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A essência e os projetos de vida

A essência e os projetos de vida

Quando a gente ama alguma coisa, a emoção é quem dirige as nossas ações. Esse é o presente e o desafio que os empreendedores enfrentam hoje em dia. As empresas que sonhamos e construímos a partir do zero são bastante pessoais, fazem parte da nossa essência. Nossas vidas. 

Howard Schultz, criador da Starbucks.

Na primeira fase da nossa jornada no Masterclass Governança & Nova Economia lemos e debatemos muitos temas. Todos muito empolgantes. Tivemos o privilégio de ouvir as maiores feras que há anos se debruçam sobre este tema.

No entanto, de tudo que foi dito, escolhi a essência para esta postagem. Por que? Talvez porque esteja em um momento de transformação pessoal, de ressignificar a vida. 

O ser humano, em sua infinita capacidade de doar-se a algo ou alguém, oferece sua essência a um projeto, a uma ideia, uma empresa. E com isso nascem, imagino, questões cruciais: como posso contribuir para uma sociedade mais justa e igualitária? Como engajar pessoas na minha paixão? Como imprimir minha marca mantendo a porta aberta para as novas ideias e aprendizado?

Talvez o que me encante na essência seja o fato de ela não poder ser inventada, forjada nos modismos. Ela simplesmente está lá. Nasce e cresce conosco. Não por acaso em muitas dinâmicas corporativas exercitamos a volta à infância e à adolescência em busca daquilo que fazia nossos olhos brilharem.

A essência, como "core", deve nortear o compromisso assumido com todos que embarcaram no seu projeto (colaboradores, clientes, fornecedores) e constantemente ser resgatada, principalmente em momentos críticos, em respeito às pessoas impactadas por situações como a que estamos enfrentando nesse momento da história - isso me fez, por exemplo, lembrar da carta escrita pelo CEO do Airbnb, Brian Chesky

Masters Advisors

Governança & Nova Economia
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