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2020: O ano dos negócios velozes. E corretos!

2020: O ano dos negócios velozes. E corretos!

O ano de 2019 trouxe razões para questionarmos alguns dos novos modelos de negócio. Mas perder o encanto pode cegar. Então, aproveitando o momento do ano, proponho trazer à luz alguns bons exemplos.

Para surfar esse otimismo vale recorrer a um episódio recente em São Francisco: Um encontro com um executivo brasileiro de uma das maiores empresas do “novo petróleo” mundial. Previsto para durar 60 minutos, ultrapassou duas horas em um papo de alto nível que tratou, entre outros assuntos, do uso dos dados de usuários. Em dado momento ele reconheceu que algo “pode ser ruim”. Mas imediatamente abriu um enorme campo para a dúvida-preço-da-pureza: “mas também pode ser bom!”. É esse viés que gostaria de explorar aqui: a tecnologia e as empresas velozes tem feito entregas importantes. E boas. Quer ver?

Podemos começar por um exemplo clássico, como a última versão do Apple Watch, que além de monitorar batimentos cardíacos, já está conectada ao serviço de emergência nos EUA, fazendo com que você possa ser socorrido antes mesmo de um incidente cardíaco. No outro extremo do ambiente americano surgem sinais (e animais) diferentes: o movimento Zebras Unite é um deles. Trata-se de um grupo que pede negócios mais éticos e menos agressivos, tanto que seu mote é “as zebras consertam o que os unicórnios quebram” — para eles é urgente a construção de um modelo que se oponha ao vigente, pautado por maior sustentabilidade e menor ânsia de crescimento a qualquer custo.

Leia essa coluna completa de Anderson Godz na Gazeta do Povo:

https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/advisors/2020-o-ano-dos-negocios-velozes-e-corretos/
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